22 de mar de 2010

Amor de Pai.

Amo meu filho e não o amo somente porque é um molequinho que dá muita risada, brinca, dorme bem e dá muito pouco trabalho. Já o amava quando se formava na mamãe e eu nem sabia que um menino seria. Já o amava pelo laço que me ligava tanto a ele, ser gerado por mim diretamente.
Comecei a entender a maneira como um judeu na época de Jesus compreendia o "ser filho". Para eles, se dizer filho de alguém era dizer que tinha a mesma essência básicamente do progenitor. Este conceito moveu inclusive uma das acusações para que se crucificasse a Jesus:

Jo 19:7 Os judeus insistiram: "Temos uma lei e, de acordo com essa lei, ele deve morrer, porque se declarou Filho de Deus".

No final das contas, contar sobre o amor que tenho por meu filho é simplesmente um momento de agradecimento a Deus por compreender um pouco melhor a Sua posição com relação a mim nesse aspecto de gerar e amar.

Um dos textos que me marcou a conversão foi o de João 1:11-13, falando sobre Jesus que veio para o que eram do seu povo, que acabaram negando-o e isso se estendeu graciosa e soberanamente no espaço/tempo determinado aos amados e gerados na eternidade. (eu tô aqui incluso ok!?):

11 Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam.
12 Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus,
13 os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus.

Obrigado meu Senhor por me gerar no Teu amor. Serei sempre grato e feliz por tudo isso.


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