"Os jovens de hoje não são cristãos porque seus professores ou não desejam ou são incapazes de transmitir o cristianismo a eles. Ninguém pode dar a outrem o que não possui."
Bom, acabei na aula de ontem comentando algo sobre um exercício de interpretação que tive no curso de teologia que estou fazendo pelo Mackenzie - CPAD; (Muito bom, por sinal);
Pois bem, o exercício aqui é mais simples.
Identifique-se com algum personagem das imagens abaixo - Garça ou Sapo - e por favor, justifique sua resposta.
Na busca pela originalidade, o tropeço. Como bem disse Mies van der Rohe: "Menos é mais" mesmo... Trecho:
A interpretação que visa a originalidade, ou que prospera com ela, usualmente pode ser atribuída ao orgulho (uma tentativa de "ser mais sábio" do que o resto do mundo), ao falso entendimento da espiritualidade (segundo o qual a Bíblia está repleta de verdades profundas que estão esperando para serem escavadas pela pessoa espiritualmente sensível, com um discernimento especial), ou a interesses escusos (a necessidade de apoiar um preconceito teológico, especialmente ao tratar de textos que, segundo parece, vão contra aquele preconceito). As interpretações sem igual usualmente são erradas. Não se quer dizer com isto que o entendimento de um texto não possa freqüentemente parecer sem igual para alguém que o ouve pela primeira vez. O que queremos dizer mesmo é que a originalidade não é o alvo da nossa tarefa. O alvo da boa interpretação é simples: chegar ao "sentido claro do texto."